Stakecare

Por Delmonte Friedrich
09 de dez, 2022 | Leitura de 1 min
O uso de Inteligência de Dados na Saúde no Brasil precisa ser acelerado para que as Instituições de Saúde possam melhorar seus desempenhos, inclusive no que tange o Cuidado Total ao Paciente. Não é mais possível trabalhar de forma braçal, sem otimização de recursos humanos e físicos. Muitos hospitais, principalmente aqueles no interior dos Estados, ainda realizam suas anotações no papel e não conseguem processar as informações geradas de forma customizada, o que prejudica toda e qualquer “Tomada de Decisão”.
Nos hospitais, dados são gerados constantemente e em grandes volumes. Sem inteligência artificial, o tempo despendido para o processamento, análise e interpretação dos mesmos compromete o resultado final de suas análises, além de tempos improdutivos.
No Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, as evoluções das Escalas de Morse e Braden para previsões de queda e Lesões Por Pressão dos pacientes passaram a ser realizadas no Aplicativo STAKE ONE, de qualquer ponto do Hospital, pelo celular. O tempo de avaliação de risco que era de aproximadamente 15 min diminuiu para menos de 3 min. 
Além disso, a ferramenta passou a fornecer, em tempo real, um dashboard de dados com um panorama geral da distribuição por grau de risco de queda e lesão por pressão, em um determinado período de tempo. Neste caso, as informações geradas, a todo instante, noite e dia, são enviadas para um Banco de Dados nas nuvens que alimentam o sistema. Agiliza-se o processo de geração de planilhas e gráficos.
Este tipo de recurso que está sendo utilizado no referido hospital de Porto Alegre tende a resolver um problema que é a falta de informação atualizada sobre quedas e lesões por pressão e engajamento na prevenção desses eventos adversos que causam muitas mortes diariamente nos hospitais. Ao realizar uma busca por dados de número de quedas e de lesões por pressão em hospitais do Brasil, encontram-se publicações bastante dispersas e de mais de três anos, com informações que diferem entre si.
A unificação da informação, resultados em tempo real, correlações entre, por exemplo, comorbidades e medicações, saber de onde está chegando o paciente e com quais peculiaridades irá facilitar a Gestão na Saúde, agilizar processos, diminuir os tempos improdutivos, diminuir o desconforto dos profissionais da saúde e operacionalizar a Digitalização da Informação, facilitando o direcionamento de recursos físicos e materiais, reduzindo custos operacionais e com insumos.
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